Quinta-feira, 28 de Agosto de 2008

BrigA ComuM


Já era tarde, mas o sono não vinha! Tudo começou quando a ignorância e a indifereça resolveram travar uma briga seríssima.

A primeira, fazendo jus a sua pseudo-inteligência, tratou logo de afirmar: Ignorar é sempre a melhor solução! Você finge que esqueceu, fique que não "tá nem aí", finge ... finge! No final das contas, você até acaba esquecendo (cof, cof)!

A segunda tratou logo de manifestar suas convicções: A indiferença não falha jamais. Ela vem manifestada primeiramente pelo silêncio e este, na maioria, das vezes é a resposta mais sensata. Ignorar não é apenas mentir para outro, é mentir pra si mesmo (e como diz Renato Russo: "Mentir pra si mesmo é sempre a pior mentira"); É tentar pôr um ponto final no lugar de uma vírgula. A indiferença não! Ela vem de forma natural, espontânea. Ela é verdadeira, e o que é verdadeiro não se abala diante de qualquer pretexto. Ignorar não passa de uma tentava frustrada de fuga. Pior que isso é ter que aguentar aquela velha pergunta " e se eu tivesse feito diferente?"

Ignorar é cômodo! A indiferença requer tempo, muito tempo ...

Segunda-feira, 7 de Julho de 2008

Já volto!


"Desativado" por alguns dias !
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(Vá devagar, sua criança louca! Você é ambiciosa demais para uma jovem!
Mas se você é tao esperta, me diga porque ainda tem tanto medo?
Onde está o fogo? Pra quê a pressa? É melhor você curtir isso antes de jogar fora!
Você tem tanto a fazer, e apenas algumas horas no dia.
(...)
Vá devagar, você está indo bem. Você não pode ser tudo o que quer antes do seu tempo.
Que pena, mas é a vida que você leva! Você está tão a frente de você mesma que esqueceu o que precisa).
Vienna - Billy Joel

Sexta-feira, 27 de Junho de 2008

Oh, Cronos!


O tempo ... dizem que ele cura tudo; Que seja!
Mas, enquanto isso não acontece - o que fazer?
A solução seria arrastar, adiar e disfarçar? Bom, se realmente o tempo cura tudo, então - a solução mais coerente seria essa.
Por outro lado, esperar gera muita angústia, ansiedade e até mesmo uma sensação de comodidade - covarde.
O que fazer? Não sei mais. Ultimamente tenho buscado muitas respostas, mas sem sucesso algum.

Quinta-feira, 19 de Junho de 2008

Bom ou ruim ?

Criar expectativas, ou fantasiar demais, pode ser muito frustrante! Entretanto, de vez em quando, todo mundo precisa escapar um pouquinho da vidinha real. Sei lá, às vezes penso que, quando uma coisa ruim decide acontecer - sai de baixo - não tem santo que vá impedir. Por isso, criar expectativas tem seu lado bom. Quando se faz isso, caso aconteça o esperado, é certo que vive-se uma felicidade dupla: a primeira, recheada de ansiedade e alegria pela acontecimento vindouro. A segunda, pela própria vivência do tal acontecimento bom.

Por outro lado, se o mundo estiver de mal conosco num determinado momento, não adianta - o fato ruim parece teimosamente inevitável. Entretanto, a expectativa boa que o antecedeu proporcionou uma certa felicidade momentânea - mesmo que precipitada. Sendo assim, creio que - independete do que aconteça - pensar positivo é sempre o caminho. Só não vale depositar TUDO numa determinada esperança e depois choramingar pelo fato de não ter sido exatamente da forma imaginada. É preciso ter bom senso - principalmente quando sabemos que batalhamos o suficiente, ou depositamos todas as nossas energias para que determinado fato desse certo. Se não deu, paciência. É tão chato dizer isso, mas: Tudo tem seu tempo.

Como diz Lenine: "A vida é tão rara". E, realmente, assim ela é. Nem sempre é fácil levantar a cabeça quando o chão que a gente pisa parece sumir de repente. Entretanto, entregar-se à derrota é bem mais assustador.
Por: Suyanne

Queira!
Basta ser sincero e desejar profundo
Você será capaz de sacudir o mundo, vai
Tente outra vez.

Tente!
E não diga que a vitória está perdida
Se é de batalhas que se vive a vida
Tente outra vez
(Raul Seixas - Tente outra vez).

Presentinho da minha companheira de blog - Idylla (http://idyllamonteiro.blogspot.com/) \o/ Ameiiiiii! Obrigada :*

Terça-feira, 17 de Junho de 2008

Olhos Vermelhos


Eu precisava ouvir essa música hoje ...
Olhos Vermelhos
(Capital Inicial)

Os velhos olhos vermelhos voltaram
Dessa vez
Com o mundo nas costas
E a cidade nos pés
Pra que sofrer se nada é pra sempre?
Pra que correr
Se nunca me vejo de frente
Parei de pensar e comecei a sentir
Nada como um dia após dia
Uma noite, um mês
Os velhos olhos vermelhos voltaram
De vez
Os velhos olhos vermelhos enganam
Sem querer
Parecem claros, frios, distantes
Não têm nada a perder
Por que se preocupar por tão pouco?
Por que chorar
Se amanhã tudo muda de novo?
Parei de pensar e comecei a sentir
Nada como um dia após dia
Uma noite, um mês
Os velhos olhos vermelhos voltaram de vez

Sexta-feira, 13 de Junho de 2008

Próprias mentiras


É certo que algumas pessoas sentem a necessidade de estarem sempre no papel de vítima. De vez em quando é até cômodo, agradável. É uma forma fácil (super fácil) de transferir para os outros nossos problemas; nossas fraquezas, inseguraças e medos. Além disso, é uma forma simples de achar que a solução para as coisas que nos incomodam dependem, na verdade, do outro e não de nós mesmos. É através desse ciclo que, muitas vezes, um probleminha acaba virando um problemão.
Mas - depois de um tempo - qualquer pessoa que tenha vergonha na cara começa a se incomodar com isso. Algumas levam um bom tempo pra assumirem suas próprias responsabilidades: fogem, disfarçam, mas acabam se encontrando. Outras, no entanto, preferem culpar os outros por tudo. Sendo assim, acham que não há nada de errado em suas atitudes, pelo contrário, o mundo é que está equivocado.

Não é nada fácil admitir que, muitas vezes, a solução de uma situação complicada encontra-se apenas em nossas mãos. Nessas horas, é inevitável aparecer aquela vontadezinha de procurar um culpado qualquer. Mas, quando essa transferência é nitidamente inviável e convarde é hora de levantar a cabeça, assumir a responsabilidade e descobrir que a vida nem é tão complicada assim - nós é que temos medo de viver. Por: Suyanne

"Tentar esconder
Prá não ter que ver
Onde dói a ferida da vida".

(Débora Blando)

Terça-feira, 10 de Junho de 2008

Grades invisíveis.

A grade invisível, sem dúvida alguma, constitui a forma mais eficaz de aprisonamento. Num primeiro momento, ela é imperceptível, dissimulada, esperta... Através dela, fazem-nos acreditar que sempre tivemos passos livres, largos, soltos. Isso faz parte do jogo. Ela nos acalma através de pequenas concessões, mas quando tais concessões não são mais suficientes, os questionamentos começam a surgir de forma desenfreada. E quando isso acontece, a amargura e o ressentimento vêm à tona - trazendo com eles uma infelicidade calada, inesperada.
As cicatrizes acumuladas durante o aprisionamento começam a doer, a machucar de verdade. Quando as grades são visíveis, as cicatrizes também são ... dessa forma fica mais fácil combatê-las; mas quando acontece o contrário, o esforço precisa ser muito maior. A sensação de ter sido enganada durante tanto tempo gera uma fraqueza absurda. Mas não adianta reclamar, talvez seja tarde demais pra isso. Entretanto, o simples fato de perceber o que antes era invisível aos olhos, constitui o primeiro passo pra construir uma felicidade verdadeira - sem farsas.
Por: Suyanne

Mais um selinho
Obrigadaaaaaa ;)